Esse ano começou com pouca poesia...
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Talvez a vida seja um suicídio
Talvez a vida seja assim
Um eterno ciclo de frustrações e desesperanças
Que por um acaso ou outro
Acaba valendo a pena
E quando não vale
Qual o problema em acabar com o próprio sofrimento?
Tem gente que morre sorrindo
Tem gente que vive chorando
Que ironia desnecessária!
Um eterno ciclo de frustrações e desesperanças
Que por um acaso ou outro
Acaba valendo a pena
E quando não vale
Qual o problema em acabar com o próprio sofrimento?
Tem gente que morre sorrindo
Tem gente que vive chorando
Que ironia desnecessária!
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
sábado, 18 de dezembro de 2010
Nós dois
Muito fervor
Muito calor
Muito suor
Muito desejo
Muito beijo
Muito toque:
Pouco tempo,
Muita roupa!
Muito calor
Muito suor
Muito desejo
Muito beijo
Muito toque:
Pouco tempo,
Muita roupa!
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Eu sou um paradoxo
Uma antítese ambulante!
Uma figurinha Barroca:
Meio anjo, meio demônio
Meio tudo, meio nada
Sou um bilhão
Sou um quarto
Um quarto vazio,
O "quarto da bagunça"!
Sem cama e sem armário
Com um tapete manchado
Sobre o piso arranhado.
Às vezes (quase sempre)
Nem sei o que sou
Ou por quê o sou
Acho que sou o que sobrou
Fechado e chacoalhado
Com um pouco de água e bicarbonato
Prestes a explodir...
Uma antítese ambulante!
Uma figurinha Barroca:
Meio anjo, meio demônio
Meio tudo, meio nada
Sou um bilhão
Sou um quarto
Um quarto vazio,
O "quarto da bagunça"!
Sem cama e sem armário
Com um tapete manchado
Sobre o piso arranhado.
Às vezes (quase sempre)
Nem sei o que sou
Ou por quê o sou
Acho que sou o que sobrou
Fechado e chacoalhado
Com um pouco de água e bicarbonato
Prestes a explodir...
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Alma circular
Sou esférica.
Mais esférica que a Terra
Talvez a mais esférica da Terra
Na imensidão da minha redondisse.
Sou meio muito um pouco
De tudo ou só de alguma coisa
E, às vezes, penso que nem sou.
Tento me enquadrar e triangular
Mas todo lugar parece apertado:
Sou uma forma estranha
Com meus "pis" e radianos
Ângulos e incógnitas
Senos e cossenos... Detestável!
Pobre de mim
Rolando, rolando, rolando
Sem chegar a lugar algum
Recusando formas fixas e tangentes.
Mais esférica que a Terra
Talvez a mais esférica da Terra
Na imensidão da minha redondisse.
Sou meio muito um pouco
De tudo ou só de alguma coisa
E, às vezes, penso que nem sou.
Tento me enquadrar e triangular
Mas todo lugar parece apertado:
Sou uma forma estranha
Com meus "pis" e radianos
Ângulos e incógnitas
Senos e cossenos... Detestável!
Pobre de mim
Rolando, rolando, rolando
Sem chegar a lugar algum
Recusando formas fixas e tangentes.
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